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December 11 Voltando às fainas nocturnas6ª Feira, dia 7 de Dezembro, após mais um dia de trabalho, tinha agendada mais uma pesca com o meu amigo Bruno. Após jantar e dar de jantar ao meu reguila, lá arrumei a trouxa e rumei ao local combinado. O tempo queria ajudar, pois durante o dia tinham estado umas ventanias valentes, mas assim que o sol se escondeu o vento também desapereceu.
Chegado ao local, monto tudo e começo a dar molho aos ralos. Os primeiros indicios não são maus. Apanho dois sargotes que devolvo à água, não por não terem medida mas porque ao saber que eles por lá andam e por não querer levar muitos para casa, decidi então levar apenas aqueles que não tinham hipotese de salvação. Entretanto ferro um sargo maior, que após uma arrancada mais forte se acaba por desferrar. Nisto chega o Bruno, conversa práqui, conversa práli, lá decidimos mudar de local. Assim fizemos e mais dois sargotes. O Bruno não tava muito contente, então foi experimentar noutro local e eu, teimoso, fiquei-me pelo mesmo sitio. Os toques não eram muitos, mas sempre dava para matar o vicio. Nisto uma boa investida, trabalho um pouco o peixe e penso logo tratar de um robalote, que se viria a confirmar. Já estava, uns sargotes e um robalote, tava a pesca já encaminhada. Mais uns lançamentos e mais um ou outro sargote, e ainda tive tempo para perder outro robalote mesmo quase a sair da água, vinha mal ferrado e prontos lá foi ele. O Bruno entretanto voltou à base já acompanhado de uma bela baila. Mais uns lançamentos e nada, decidimos então ir acabar com o isco no sitio onde ele tinha apanhado a baila, pois os toques eram cada vez menos e de peixe miudo.
Bela ideia, logo ao 2º ou 3º lançamento pimba, engato outro belo robalo que após algumas corridas lá se decidiu em vir para dentro do balde. Que sorte, os toques eram tão poucos e de peixe tão miudo e calhou-me logo este "marafado". Lanço de novo e sinto um valente puxão. Inicialmente ainda fiquei na dúvida mas depois não havia que enganar, tinha ferrado um belo polvo, e que polvo, mas ao contrário do esperado o sacana um pouco antes do Bruno lhe meter as gadanhas em cima, desferra e eu .........que até já tinha o gostinho a arroz de polvo na boca.
Mais 3 ou 4 lançamentos cada um e tava na hora da abalada, com a certeza que este bocadinho à pesca já tinha limpo o stress de toda uma semana de trabalho.
Fica a foto para a recordação.
December 05 A alegria dum jovem na fainaNo passado dia 1 de Dezembro (Sábado) marquei uma pesca diferente, uma reunião de amigos! Entre o Bruno, o Meco, o Roger, o novo viciado Mendonça, eu e o Carneirinho juntou-se mais um membro, o Ruben, um jovem de 15 anos.
O dia começa sempre com o cafézinho matinal, e para mal dos meus pecados, existe sempre aqueles que nunca ouviram falar em despertadores... Tenho de ir com eles a uma qualquer "Loja do Xinês" para lhes mostrar que existem uns aparelhinos que tocam à hora que queremos e assim não deixarmos os outros de seca.
Após estarmos todos juntos, recebemos um telefonema de um outro amigo a dizer que havia uma vaga malandra no local escolhido e que não daria para lá pescarmos. Foi então que decidimos ir para a Praia da Ingrina, local calmo, de fácil acesso e que é um sítio com paisagens magníficas. Chegados lá, encontramos a água mais limpa do que aquela que vem nos garrafões, mas como o intuito não era o peixe mas sim o convivio, por ali ficámos. Iscada após iscada, lá forma saindo uns peixinhos, sem nada de especial (sargos palmeiros). O melhor da festa foi mesmo, ver o pequeno Ruben, ali à pesca como se nada mais existisse, tal era a concentração e excitação.
Depressa chegamos à hora de almoço, hora combinada para regressar à base. Fica para trás uma faina diferente mas muito proveitosa, como já havia referido noutras alturas, "o melhor do mundo são as crianças", então ver uma criança à pesca.... é o melhor do mundo e arredores.
Aqui fica a foto do pequeno ruben!
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